ISRAEL E A RESSURREIÇÃO
No capítulo 11 da carta aos romanos, o apóstolo Paulo retrata a relação entre Israel e as demais nações dentro do plano de salvação do Senhor. Em certo ponto, mais precisamente no versículo 15, está escrito:
"Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos?" (Romanos 11:15)
Paulo, em todo o capítulo, explica a situação de endurecimento momentâneo da maior parte da nação israelense em relação ao evangelho de Jesus. Esse endurecimento, dentro do plano perfeito do Senhor, propicia a salvação entre os gentios em larga escala. Porém, Paulo deixa claro que o plano e as promessas do Senhor para a nação israelense se cumprirão cabalmente, num tempo determinado do futuro (Romanos 11:25-29).
Voltando ao versículo 15, podemos observar que a ressurreição dos mortos ocorrerá em função da admissão de Israel. Quando olhamos para o cenário profético, vemos que a conversão do remanescente judeu e sua restauração, são experiências que ocorrerão na parte final da tribulação, em função de fatores como a perseguição do anticristo ao povo judeu, desencadeada a partir da abominação desoladora, ou o ministério das duas testemunhas. Israel não será admitido antes do período tribulacional e sim no final desse período. Note que Paulo esclarece que a ressurreição ocorrerá como resultado dessa admissão e não o contrário. Ou seja, a partir do momento em que os judeus começarem a clamar pelo verdadeiro Messias e Cristo, a ressurreição dos mortos estará prestes a acontecer...
Chegamos, mais uma vez, a uma clara constatação que relaciona diretamente a vinda de Jesus em glória e a ressurreição de seus servos como eventos nitidamente pós-tribulacionais.
No capítulo 11 da carta aos romanos, o apóstolo Paulo retrata a relação entre Israel e as demais nações dentro do plano de salvação do Senhor. Em certo ponto, mais precisamente no versículo 15, está escrito:
"Porque, se a sua rejeição é a reconciliação do mundo, qual será a sua admissão, senão a vida dentre os mortos?" (Romanos 11:15)
Paulo, em todo o capítulo, explica a situação de endurecimento momentâneo da maior parte da nação israelense em relação ao evangelho de Jesus. Esse endurecimento, dentro do plano perfeito do Senhor, propicia a salvação entre os gentios em larga escala. Porém, Paulo deixa claro que o plano e as promessas do Senhor para a nação israelense se cumprirão cabalmente, num tempo determinado do futuro (Romanos 11:25-29).
Voltando ao versículo 15, podemos observar que a ressurreição dos mortos ocorrerá em função da admissão de Israel. Quando olhamos para o cenário profético, vemos que a conversão do remanescente judeu e sua restauração, são experiências que ocorrerão na parte final da tribulação, em função de fatores como a perseguição do anticristo ao povo judeu, desencadeada a partir da abominação desoladora, ou o ministério das duas testemunhas. Israel não será admitido antes do período tribulacional e sim no final desse período. Note que Paulo esclarece que a ressurreição ocorrerá como resultado dessa admissão e não o contrário. Ou seja, a partir do momento em que os judeus começarem a clamar pelo verdadeiro Messias e Cristo, a ressurreição dos mortos estará prestes a acontecer...
Chegamos, mais uma vez, a uma clara constatação que relaciona diretamente a vinda de Jesus em glória e a ressurreição de seus servos como eventos nitidamente pós-tribulacionais.
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