A RESSURREIÇÃO DOS JUSTOS
Tanto o pré quanto o midi-tribulacionismo defendem a ocorrência de duas ressurreições relacionadas à vinda de Jesus: a primeira ocorrerá na "primeira fase" da vinda, de forma oculta, e a segunda acontecerá na "segunda fase", logo após a grande tribulação, de forma visível, ressuscitando os "santos da tribulação". A diferença entre os dois sistemas está no momento em que se dará essa "primeira fase". Para o pré-tribulacionismo, essa fase se dará logo antes do período tribulacional, enquanto que o midi-tribulacionismo sustenta que essa fase ocorrerá na metade da tribulação.
Além de afirmar um conceito que não é mencionado na Palavra (a segunda vinda de Jesus dividida em duas fases ou partes), e de sustentar algo ilógico, defendendo a existência de uma ressurreição em massa antes da primeira ressurreição (lembremos que a primeira ressurreição ocorre no momento da vinda de Jesus, logo após a grande tribulação e engloba também até mesmo aqueles que durante a grande tribulação foram martirizados, de acordo com Apocalipse 20:1-6), essa subdivisão da vinda do Mestre se vê diante de uma promessa de Jesus, que nos remete a uma única ressurreição para seus servos de todos os tempos, que é a ressurreição dos justos:
"E serás bem-aventurado; porque eles não têm com que to recompensar; mas recompensado te será na ressurreição dos justos" (Lucas 14:14)
Jesus deixa claro que a recompensa de nossas boas ações será recebida no momento imediatamente posterior a essa ressurreição. Ao comparar essa passagem com a registrada em Mateus 16:27, percebemos que se trata de um evento único, direcionado a todos os santos de todas as épocas e que ocorrerá no momento da vinda em glória do Senhor com os seus anjos:
"Porque o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então dará a cada um segundo as suas obras" (Mateus 16:27).
Tanto o pré quanto o midi-tribulacionismo defendem a ocorrência de duas ressurreições relacionadas à vinda de Jesus: a primeira ocorrerá na "primeira fase" da vinda, de forma oculta, e a segunda acontecerá na "segunda fase", logo após a grande tribulação, de forma visível, ressuscitando os "santos da tribulação". A diferença entre os dois sistemas está no momento em que se dará essa "primeira fase". Para o pré-tribulacionismo, essa fase se dará logo antes do período tribulacional, enquanto que o midi-tribulacionismo sustenta que essa fase ocorrerá na metade da tribulação.
Além de afirmar um conceito que não é mencionado na Palavra (a segunda vinda de Jesus dividida em duas fases ou partes), e de sustentar algo ilógico, defendendo a existência de uma ressurreição em massa antes da primeira ressurreição (lembremos que a primeira ressurreição ocorre no momento da vinda de Jesus, logo após a grande tribulação e engloba também até mesmo aqueles que durante a grande tribulação foram martirizados, de acordo com Apocalipse 20:1-6), essa subdivisão da vinda do Mestre se vê diante de uma promessa de Jesus, que nos remete a uma única ressurreição para seus servos de todos os tempos, que é a ressurreição dos justos:
"E serás bem-aventurado; porque eles não têm com que to recompensar; mas recompensado te será na ressurreição dos justos" (Lucas 14:14)
Jesus deixa claro que a recompensa de nossas boas ações será recebida no momento imediatamente posterior a essa ressurreição. Ao comparar essa passagem com a registrada em Mateus 16:27, percebemos que se trata de um evento único, direcionado a todos os santos de todas as épocas e que ocorrerá no momento da vinda em glória do Senhor com os seus anjos:
"Porque o Filho do homem virá na glória de seu Pai, com os seus anjos; e então dará a cada um segundo as suas obras" (Mateus 16:27).
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